Atenas é uma cidade extremamente acolhedora (e grande!).
Chegamos de avião por volta das 15h de lá. No aeroporto, para o desembarque, é tudo tão fácil que pareceu brincadeira: duas portas, e tcharam! A rua, cheia daquelas letras que a gente viu na escola, em matemática, e nunca mais viu na vida. As fonética grega se parece muito com a nossa, mas as palavras não tem nada a ver, parece o Hopi Hari. rsrsrs
Pegamos um mapa da cidade logo onde pegamos a bagagem (tem em grego e em inglês). Decidimos que iríamos ao nosso hotel (Alassia Hotel) de metrô - o mapa ajuda a localizar os hotéis e as melhores rotas - e partimos para procurar a entrada do bendito.
| O mapa, em inglês, claro. kkkkkk |
Nosso hotel ficava bem próximo da praça Omonia, de onde saem as principais ruas do centro de Atenas, e o ônibus para o porto de Kilini. Seguimos pela avenida paralela ao aeroporto, pela sinalização, procurando o metrô. Foi tranquilo. Compramos os tickets no guichê (mas também podem ser comprados numas maquininhas). O ticket do metrô do aeroporto é mais caro, 8 euros. Como estávamos em dois, compramos o duplo, que custa 14 euros.
| A linha de metrô e trem de Atenas (não descobri como virar a foto aqui, gente. Sorry) |
Pegamos então a linha azul sentido Aghia Marina, fizemos baldeação na estação Syntagma para a linha vermelha e logo estávamos na estação Omonia - o nosso destino.
Nosso hotel ficava a duas quadras do metrô, e com o mapa foi fácil nos situarmos. Check in feito, descansamos e seguimos à noite para conhecer a cidade (anoitece às 21h).
Fomos a pé (com o mapa) tentar encontrar o bairro de Plaka, que é tipo a Vila Madalena de Sampa. Andamos, andamos, andamos, fomos parando em lugares bonitos (tem construções históricas por toda a cidade), até que chegamos no "buxixo". Todos em Atenas foram extremamente solícitos conosco. Nosso inglês não é nem de longe o dos melhores, e não tivemos problema nenhum de comunicação.
Enfim, comemos e voltamos pro hotel.
No dia seguinte acordamos cedo e fomos descobrir como chegaríamos a Acrópole. Bingo: de metrô é a melhor forma! Entramos na estação, compramos dois tickets válidos por 24h e seguimos de linha vermelha sentido Elliniko. Descemos na estação Akropoli, seguimos o fluxo e voallá! A linda Acrópole!!
Haja perna. Vão com tênis ou sapatos muito confortáveis, e com uma bela garrafa de água gelada (a que tem nos bebedouros é quente). A vista é maravilhosa, uma definitiva viagem no tempo. Não vou dar spoiler aqui, mas vale explorar cada canto. Encontramos bastante brasileiros lendo as placas (acho que só brasileiros lêem placas. kkkkkk)
O ticket que compramos para visitar a acrópole custa, a unidade, 6 euros. Porém achamos que faríamos um ótimo negócio comprando o múltiplo que custa 12 euros, mas acabou que não fomos em nem metade das coisas, e ficou um monte de tickets de lembrança pra gente kkkkkkkkkk
| Não consegui virar aqui de novo, mas é esse o ticket. |
Na própria Acrópole tem algumas lojas de souvenirs. MAS sugiro que você pague menos saindo do parque e descendo em direção ao bairro: existem muitas lojas por lá, cerca de 40% mais baratas que as do parque, com lembranças até mais bonitas e variadas.
Voltamos para o hotel, nos arrumamos e fomos em busca do Mercado de Pulgas. Fomos de metrô até a estação Syntagma, que fica em frente ao Parlamento (liiiindo) e seguimos a pé até a outra praça (o Mercado de Pulgas fica numa avenida que sai da Praça Monastiraki). Até descobrirmos que poderíamos ir direto de metrô porque tinha um bem lá kkkkkkkk mas valeu o passeio.
CUIDADO COM OS INDIANOS!
Já não sou muito fã deles nas redes sociais, mas lá em Atenas a pentelhice está de parabéns. Eles seguiram pra Grécia em busca de trabalho, grande parte não conseguiu e eles se espalharam pela cidade como vendedores-malas-ambulantes. Chega a intimidar o modo em que eles abordam as pessoas. Usam as crianças para empurrar mercadorias, chegam vestindo coisas na gente... enfim. Irritante. Encontramos uma quantidade elevada deles enquanto atravessávamos a praça Monastiraki, mas assim que embicamos na rua do Mercado de Pulgas, eles já se dispersaram.
À noite, o Mercado de Pulgas torna-se um point de pessoas jovens, música ao vivo, com várias tavernas, restaurantes, lanchonetes. Sentamos na última lanchonete, que vende espetos a 1 euro, comemos a primeira refeição leve de Atenas e voltamos (pelo metrô Monastiraki, que é um ponto turístico à parte).
Nosso dia seguinte foi rumo à Zakynthos, que é outra história.
Apenas citarei que queria muuuito fazer comprinhas na Europa e, como de domingo nada abre, acordei cedinho na segunda pra aproveitar os últimos minutos e explorar ao menos a Praça Omonia, pertinho do hotel. Acabou que encontrei o Hondos Center - um mini shopping enorme, com stands das melhores marcas de TU-DO que você pode imaginar. São 8 andares setorizados, um de cosméticos, outro de maquiagem, outro de roupas femininas, outro de roupas masculinas, um de livros, outro de utensílios pra casa, outro de bolsas e sapatos, outro de relógios.... enfim. Uma INFINIDADE de coisas. Comprei quase nada porque money que é good nóis não have, mas babei em tudo kkkkkkkkk
DICAS ÚTEIS DE ATENAS:
* Nenhum mercado ou shopping abre aos domingos. Apenas restaurantes e lojas de souvenirs - e o famoso Mercado de Pulgas, na praça Monastiraki.
* Vá à Acrópole de tênis, passe protetor solar, e proteja a cabeça: o sol bate forte lá em cima.
* Se tiver algum problema de estômago ou de digestão, leve seu remédio. As refeições em geral são pesadas, os temperos são fortes e é comum o organismo estranhar.
*O tempo lá é muito seco. Leve hidratante (ou compre um por lá hehehehe)
*A rua Athina é uma das que partem da praça Omonia. Lá tem lojas de artigos a partir de 1 euro, e o Mercado Municipal - que tem todas as especiarias da cozinha grega.
