domingo, 12 de julho de 2015

ZAKYNTHOS (ZANTE)

Translado Atenas - Zakynthos


O translado até a ilha jônica Zakynthos (ou Zante) pode ser feito de avião ou ferry boat. Optamos por ferry porque além de ser a opção mais em conta, ainda prometia um belo passeio até o porto de Kilini (o único porto de onde saem os ferries para lá).

Para chegar até o porto, que fica um tanto distante de Atenas, é necessário pegar um ônibus direto da rodoviária de Atenas - Rua Kifissou, 100. Telefone:  +30  2105129432 - em um guichê bem próximo à entrada da Rodoviária. Aconselho à levar comida ou comprar sua passagem com antecedência. Tivemos sorte de conseguirmos um encaixe para o ônibus das 11h, porque chegamos às 10h e ele já estava lotado. O próximo só sairia às 16:30h. Os horários variam sempre, por isso não vou postar a tabela vigente agora, pois amanhã pode mudar. hahahahah Para sabermos os horários, pedimos para o recepcionista do hotel ligar para a Rodoviária (imagina a gente ligando e tentando conversar por telefone em grego, sem ter como desenhar. ô vida) e confirmar os horários. Saem 4 ônibus por dia para Zakynthos.

O ferry vem incluso na passagem de ônibus de Atenas, então não é necessário comprá-lo separadamente antes. Chegando no porto de Kilini, descemos do ônibus (as malas permanecem nele, que navega conosco no ferry), subimos no ferry, desembarcamos no porto de Zakynthos City, entramos no ônibus novamente e ele nos deixa na rodoviária. Pegamos um ferry liiiiiiiiiiindo (o que é atípico rsrs) da Levante Ferries, chamado Fior de Levante. Parecia um hotel, olhem só!




Fior de Levante ;)


Ficamos em um hotel em Kalamaki, próximo ao aeroporto de Zakynthos. Chegando na rodoviária, todo mundo do ônibus sumiu (alugaram carros e pegaram taxis) e sobramos nós dois e uma amiga brasileira que conhecemos na rodoviária de Atenas, a Karina. Resolvemos, nós três, que pegaríamos ônibus para nossos hotéis (a Karina ficou em um hotel em Laganas). Acabou que o circular era o mesmo e fomos só nós no busão.


Nossa estadia em Zakynthos


A ilha parece bastante com o interior de São Paulo: pequenas vilas, umas mais agitadas que as outras, estradas longas que passam por vegetações e vistas impressionantes. Estranhei que em junho, em plena segunda-feira, as escolas estavam fechadas. Mas aí meu boy me explicou das férias maiores e tudo fez sentido rsrsrs. O motorista do ônibus nos ajudou com a localização dos hotéis (no caso da Karina), e dos bairros (no nosso caso). O ônibus parou em Kalamaki, descemos e começamos a caçar o hotel, o Athina Aparts. 

Tínhamos uma preocupação grande: era segunda 18h, teríamos terça o dia inteiro e quarta até às 11h (horário de check-out do Athina) para conhecermos Navagio, o nosso principal motivo de estarmos lá. Precisávamos agendar o passeio pra lá de barco, e não sabíamos verdadeiramente como fazer. Durante a caminhada atrás de encontrarmos o hotel (que mal conseguíamos pronunciar o nome kkkkkkk) fomos passando por agências de turismo - tem várias em vários lugares da ilha, é fácil encontrar alguma - mas estavam todas com as vagas lotadas para Navagio. Bem próximos de encontrarmos o hotel, passamos pela agência onde trabalhava a Thereza. Ela estava na porta recrutando novos turistas para os passeios, e, ao a questionarmos sobre Navagio, foi super solícita em encontrar uma vaga para nós. Enfim, passeio agendado, fomos para o hotel.

Como lá anoitece tarde, fomos até a praia de Kalamaki, que fica bem pertinho do hotel, para conhecermos. Lá eles consideram uma praia feia, mas eu não achei não. Quem consegue perceber que meu pé tá na água? 




Kalamaki Beach

Após o passeio por Kalamaki Beach, voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos jantar. As imediações do hotel são repletas de restaurantes e lojinhas com roupas, chapéus, bolsas e souvenires. 

Na terça, às 8:50h, tínhamos um compromisso marcado com a Thereza, da agência de turismo que escolhemos - e que eu esqueci o nome. Um ônibus passou para nos pegar e nos levar ao porto, onde pegamos o Spartakus, o barco que nos levaria à Navagio e às Blue Caves. Não foi barato o passeio - 20 euros para cada um - mas o barco tinha um fundo de vidro bem legal, onde a gente percebia a variação das cores da água maravilhosa e cristalina da ilha. 

O passeio contorna a ilha, com a Thereza como guia explicando cada trecho. Zakynthos é realmente apaixonante, olha que lindo o caminho até Navagio:







Mas nada se compara à chegada na praia mais bonita do mundo. Navagio Beach é a paisagem mais incrivelmente linda que eu vi na vida. A cor da água fosforesce! Nenhuma foto que eu postar vai expressar de verdade a emoção de ver aquilo tudo. 
No meio da praia há um navio que naufragou há uns 50 anos. A areia é grossa, não meleca a gente (hehehehe), e a água é BEM gelada. Mas não dá pra ter frescura na Grécia, gente. Entramos mesmo morrendo de frio. O clima é bem quente. Umas fotos nossas de Navagio:






O fundo do barco Spartakus

A areia de Navagio Beach. Muito amor <3

Após a parada de uma hora em Navagio, fomos até as Blue Caves darmos um mergulho. Não temos fotos de lá de dentro das cavernas, mas garanto que é imperdível. O chão fosforesce, enquanto a luz da água reflete no teto das cavernas. É lindo, muito lindo. Do barco, é aqui:



Esse passeio dura cerca de 4 horas. Existem várias outras opções com mais paradas, mas como tínhamos pouco tempo na ilha, e queríamos ir até o mirante na própria terça, optamos por esse, o menor. 

Voltando do passeio, alugamos um quadriciclo (o potente que nós alugamos custou 40 euros. Tinha opção do carro Suzuki Jimmy por 50, mas queríamos aventuras rsrsrs), pegamos o mapa que ganhamos e rumamos até o mirante de Navagio, sozinhos. "Ah, são 50 minutos até lá", nos avisaram. Chegamos em 4 horas. ahahahahhahahaha Em compensação, passamos por lugares absurdos de lindos. Sobe morro, desce morro... Nos perdemos e fomos parar em Porto Vromi (LIN-DO). Depois nos perdemos novamente e fomos parar numa estrada deserta toda destruída em frente à um desfiladeiro imenso (que meeeedo!!!). Aí, depois de muito custo, chegamos ao mirante. 

A nossa vista do caminho foi mais ou menos essa (estávamos economizando bateria dos dispositivos todos para o mirante rsrsrs):

a água de Porto Vromi

Na estrada, a caminho de Navagio
Chegamos quase com o sol se pondo, e esperamos lá ele se por. Nesse horário tem pouca gente lá, não tem mais excursões, e tivemos esse momento só pra nós. 






De alma lavada, voltamos pra Kalamaki, agora sim, em 50 minutos. Tomamos um banho e fomos jantar pelas imediações uma bela Mussaka e um steak de carne delícia. 

No dia seguinte, passamos a manhã em Kalamaki Beach, com sua água cristalina. Por todos os lados tem Pool Bar, com piscinas abertas pra quem quiser entrar, consumindo alguma coisa ou não. Como nosso check-out do Athina seria às 11h, e nosso vôo para Santorini seria só às 21h, aproveitamos a manhã para nos sujarmos e depois focamos em fazer passeios que não necessitassem de banho porque não tínhamos mais hotel hahahahaha. Como tínhamos o quadriciclo conosco até as 16h, tomamos um banho, deixamos as malas na recepção do hotel e rumamos pro lado sul da ilha. Passamos por um museu do azeite, onde eles mostram toda a produção e vendem azeites misturados com muitos sabores no fim do passeio, com direito a degustação. Diliça!
Fomos até a última praia da ilha, Keri Beach. Com a água linda demais, como sempre, almoçamos por lá e pegamos o caminho da roça, pra dar tempo de devolver o quadriciclo a tempo.



Keri Beach


Voltamos, entregamos a motoca, enrolamos em um pool bar com internet (sem entrar na piscina porque voar cheia de cloro não dá, né?), voltamos para o Athina, eles chamaram nosso primeiro taxi da viagem, e rumamos até o aeroporto, com bastante dor no coração de deixar essa delícia de ilha. Faltou muita coisa pra ser visitada por lá. Faltou fazer o passeio pra ver as tartarugas, faltou visitar todas as outras praias e pontos turísticos, os castelos... 

Enfim, teremos que voltar. hehehe pra passar bastante tempo e matar a saudade. <3

O ATHINA APARTS


Reservamos todos os hotéis pelo decolar.com, e esse estava como um dos mais baratos. Ao chegarmos, fomos recepcionados pela filha da dona (a Athina, por coincidência hehehe) que nos levou ao nosso quarto, no terceiro andar, de escada. O hotel, na verdade, não é um hotel. É um quarto alugado, com uma pequena cozinha, varanda e varal. Faltam alguns utensílios de cozinha por lá, mas nada que não dê pra gente se virar. A filha da dona que nos recebeu, nos entregou um mapa de Zakynthos e o encheu de anotações para nos ajudar. Ela tem também contatos para locação de veículos, e tudo mais (aliás, todo mundo lá tem contato de tudo, e sempre algum lugar pra indicar). O chuveiro dá dó, faz uma lambança no banheiro impressionante. Não entendo porque ao invés de ter um box no banheiro, eles colocam um esfregão, tipo "seca aí e já era". Só tem cama de solteiro também, e a emenda fica esquisita quando a gente junta. A porta de entrada dos quartos é de vidro, o que tira um pouco da privacidade também. Fora isso, é bem localizado e bem barato. :)


A LOCOMOÇÃO EM ZAKYNTHOS


Alugamos um quadriciclo potente lá. Nos pediram a habilitação, o Jé entregou a dele, que é brasileira. O rapaz da locadora chiou um pouco por não ser internacional mas topou alugar para nós. Minha dica pra quem alugar um quadriciclo é ter sempre um agasalho. Dependendo do lugar pra onde você for por lá, pode ser bem alto e bem frio. 
Os ônibus são tristes de pegar, passam em horários bem espaçados. Não recomendo, não.

Ó a nossa motoca!







DICAS ÚTEIS DE ZAKYNTHOS:


* Para chegar na Rodoviária de Atenas é só pegar o ônibus de número 51 de um ponto bem próximo à Praça Omonia (atrás da igreja que fica em uma das ruas que partem da praça, chamada Konstantinos) que tem como ponto final a rodoviária, chamada KTEL. ;) Os ônibus saem de 15 em 15 minutos, e o ticket custa 1,20 euros. 

IMPORTANTE! Os tickets nao são vendidos nos ônibus! Entre numa estação de metrô e compre o bilhete nas maquininhas ;)

* Se for alugar um quadriciclo, alugue um de mais de 50 cilindradas. Os mais simples, que são de 50cc, não aguentam a bronca de ir até o mirante de Navagio. É apenas pra ir até Zakynthos City e voltar. Guardem pro aluguel do quadriciclo também o dinheiro pra locação dos capacetes (5 euros cada) e mais 8 euros de seguro - o pessoal não costuma ser muito prudente quando aluga um desses.

* Marquem seus passeios com antecedência. E levem coisa pra comer e bastante água. :D

* Experimentem o refrigerante de cereja chamado Mango, e se gostarem e quiserem trazer um pra mim, eu aceito ahahhahahahaha 


quarta-feira, 24 de junho de 2015

ATENAS

OS NOSSOS POUCOS DIAS LÁ:

Atenas é uma cidade extremamente acolhedora (e grande!). 

Chegamos de avião por volta das 15h de lá. No aeroporto, para o desembarque, é tudo tão fácil que pareceu brincadeira: duas portas, e tcharam! A rua, cheia daquelas letras que a gente viu na escola, em matemática, e nunca mais viu na vida. As fonética grega se parece muito com a nossa, mas as palavras não tem nada a ver, parece o Hopi Hari. rsrsrs

Pegamos um mapa da cidade logo onde pegamos a bagagem (tem em grego e em inglês). Decidimos que iríamos ao nosso hotel (Alassia Hotel) de metrô - o mapa ajuda a localizar os hotéis e as melhores rotas - e partimos para procurar a entrada do bendito. 


O mapa, em inglês, claro. kkkkkk
                                                     
Nosso hotel ficava bem próximo da praça Omonia, de onde saem as principais ruas do centro de Atenas, e o ônibus para o porto de Kilini. Seguimos pela avenida paralela ao aeroporto, pela sinalização, procurando o metrô. Foi tranquilo. Compramos os tickets no guichê (mas também podem ser comprados numas maquininhas). O ticket do metrô do aeroporto é mais caro, 8 euros. Como estávamos em dois, compramos o duplo, que custa 14 euros. 


A linha de metrô e trem de Atenas (não descobri como virar a foto aqui, gente. Sorry)



Pegamos então a linha azul sentido Aghia Marina, fizemos baldeação na estação Syntagma para a linha vermelha e logo estávamos na estação Omonia - o nosso destino.

Nosso hotel ficava a duas quadras do metrô, e com o mapa foi fácil nos situarmos. Check in feito, descansamos e seguimos à noite para conhecer a cidade (anoitece às 21h). 

Fomos a pé (com o mapa) tentar encontrar o bairro de Plaka, que é tipo a Vila Madalena de Sampa. Andamos, andamos, andamos, fomos parando em lugares bonitos (tem construções históricas por toda a cidade), até que chegamos no "buxixo". Todos em Atenas foram extremamente solícitos conosco. Nosso inglês não é nem de longe o dos melhores, e não tivemos problema nenhum de comunicação. 

Enfim, comemos e voltamos pro hotel. 

No dia seguinte acordamos cedo e fomos descobrir como chegaríamos a Acrópole. Bingo: de metrô é a melhor forma! Entramos na estação, compramos dois tickets válidos por 24h e  seguimos de linha vermelha sentido Elliniko. Descemos na estação Akropoli, seguimos o fluxo e voallá! A linda Acrópole!!



Haja perna. Vão com tênis ou sapatos muito confortáveis, e com uma bela garrafa de água gelada (a que tem nos bebedouros é quente). A vista é maravilhosa, uma definitiva viagem no tempo. Não vou dar spoiler aqui, mas vale explorar cada canto. Encontramos bastante brasileiros lendo as placas (acho que só brasileiros lêem placas. kkkkkk)

O ticket que compramos para visitar a acrópole custa, a unidade, 6 euros. Porém achamos que faríamos um ótimo negócio comprando o múltiplo que custa 12 euros, mas acabou que não fomos em nem metade das coisas, e ficou um monte de tickets de lembrança pra gente kkkkkkkkkk


Não consegui virar aqui de novo, mas é esse o ticket.
Comemos por perto, e visitamos mais dois outros monumentos que ficam próximos da Acrópole: o Arco de Hadrian e o Templo Olímpico de Zeus. 

Na própria Acrópole tem algumas lojas de souvenirs. MAS sugiro que você pague menos saindo do parque e descendo em direção ao bairro: existem muitas lojas por lá, cerca de 40% mais baratas que as do parque, com lembranças até mais bonitas e variadas. 

Voltamos para o hotel, nos arrumamos e fomos em busca do Mercado de Pulgas. Fomos de metrô até a estação Syntagma, que fica em frente ao Parlamento (liiiindo) e seguimos a pé até a outra praça (o Mercado de Pulgas fica numa avenida que sai da Praça Monastiraki). Até descobrirmos que poderíamos ir direto de metrô porque tinha um bem lá kkkkkkkk mas valeu o passeio.

CUIDADO COM OS INDIANOS!
Já não sou muito fã deles nas redes sociais, mas lá em Atenas a pentelhice está de parabéns. Eles seguiram pra Grécia em busca de trabalho, grande parte não conseguiu e eles se espalharam pela cidade como vendedores-malas-ambulantes. Chega a intimidar o modo em que eles abordam as pessoas. Usam as crianças para empurrar mercadorias, chegam vestindo coisas na gente... enfim. Irritante. Encontramos uma quantidade elevada deles enquanto atravessávamos a praça Monastiraki, mas assim que embicamos na rua do Mercado de Pulgas, eles já se dispersaram. 

À noite, o Mercado de Pulgas torna-se um point de pessoas jovens, música ao vivo, com várias tavernas, restaurantes, lanchonetes. Sentamos na última lanchonete, que vende espetos a 1 euro, comemos a primeira refeição leve de Atenas e voltamos (pelo metrô Monastiraki, que é um ponto turístico à parte). 

Nosso dia seguinte foi rumo à Zakynthos, que é outra história.

Apenas citarei que queria muuuito fazer comprinhas na Europa e, como de domingo nada abre, acordei cedinho na segunda pra aproveitar os últimos minutos e explorar ao menos a Praça Omonia, pertinho do hotel. Acabou que encontrei o Hondos Center - um mini shopping enorme, com stands das melhores marcas de TU-DO que você pode imaginar. São 8 andares setorizados, um de cosméticos, outro de maquiagem, outro de roupas femininas, outro de roupas masculinas, um de livros, outro de utensílios pra casa, outro de bolsas e sapatos, outro de relógios.... enfim. Uma INFINIDADE de coisas. Comprei quase nada porque money que é good nóis não have, mas babei em tudo kkkkkkkkk








DICAS ÚTEIS DE ATENAS:



* Nenhum mercado ou shopping abre aos domingos. Apenas restaurantes e lojas de souvenirs - e o famoso Mercado de Pulgas, na praça Monastiraki.

* Vá à Acrópole de tênis, passe protetor solar, e proteja a cabeça: o sol bate forte lá em cima.

* Se tiver algum problema de estômago ou de digestão, leve seu remédio. As refeições em geral são pesadas, os temperos são fortes e é comum o organismo estranhar.

*O tempo lá é muito seco. Leve hidratante (ou compre um por lá hehehehe)

*A rua Athina é uma das que partem da praça Omonia. Lá tem lojas de artigos a partir de 1 euro, e o Mercado Municipal - que tem todas as especiarias da cozinha grega. 


terça-feira, 23 de junho de 2015

Oi! Bem vindos!!

Oi, tudo bem?

Eu sou a Luana, muito prazer em conhecê-los! 
Esse mês estive pela primeira vez na Europa, com o meu boy, o Jé. Ele já esteve por lá algumas vezes em viagem com a banda, mas eu nunca o havia acompanhado. 

Nosso destino foi a Grécia. Após decidirmos os lugares por onde passaríamos nos 10 dias que tínhamos, fomos a caça de blogs e informações sobre lá (afinal, não imaginaria que entenderia grego - na verdade continuo sem entender - então era bom nos precavermos). Para minha surpresa, encontrei muitos blogs falando sobre Santorini, alguns sobre Atenas, e quase nada sobre  Zakynthos. Tendo em vista que a nossa viagem foi super tranquila, que não tínhamos muito dinheiro, que falamos pouco inglês e que fizemos algumas "descobertas" por lá que podem ser úteis pra vocês, resolvi montar esse blog. 

Dividirei os posts por região, tá?

Qualquer dúvida, estou por aqui.



Bem vindos! ;)